Vale a pena conferir...

sábado, 17 de março de 2012

EBD: Lição nº 12


MEU PLANO DE AULA

LIÇÃO 12 – 18 DE MARÇO DE 2012
“JACÓ ABENÇOA OS FILHOS DE JOSÉ”

TEXTO ÁUREO
“Mas Israel estendeu a sua mão direita e a pôs sobre a cabeça de Efraim, ainda que era o menor, e a sua esquerda sobre a cabeça de Manassés, dirigindo as suas mãos avisadamente, ainda que Manassés era o primogênito”. Gn 48.14

VERDADE APLICADA
Se vemos a mão de Deus em todas as coisas, devemos deixar nas mãos de Deus todas as coisas.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Mostrar as promessas de Deus fortalece os seus filhos;
Ensinar a depender de Deus; e
Apresentar os pais abençoando os filhos.

GLOSSÁRIO
Inescrutável: Que não se pode escrutar; insondável; impenetrável;
Dramático: Que comove ou emociona, que é grave, terrível; e
Obscurecidos: Pouca luz, ou nenhuma.

LEITURAS COMPLEMENTARES
• Segunda feira: 1Rs 2.1-3
• Terça feira: Gn 48.13-15
• Quarta feira: Gn 9.25-27
• Quinta feira: Ef 6.1-4
• Sexta feira: Gn 48.20-22
• Sábado: 2Co 12.14

INTRODUÇÃO
Os muitos episódios da vida de Jacó revelam que Deus continuava sendo o Senhor da história. Nada fugiu do seu domínio; governos e poderes estavam nas suas mãos. Nesta lição, há provas de que quando Deus intervém na história da humanidade homens e mulheres podem ser abençoados de forma imensurável.

1. JACÓ E A BÊNÇÃO DE DEUS (GN 48.3-13)
A Bíblia diz que, algum tempo depois, disseram a José que seu pai estava doente. Então José foi visitá-lo, levando consigo seus dois filhos, Efraim e Manassés. Ao saber que eles estavam chegando, Jacó no seu leito, após um esforço sobre humano conseguiu sentar na cama. Em seguida, disse a José que Deus o Todo-Poderoso havia aparecido a ele na cidade de Luz (Betel), e que o teria abençoado.

COMENTE
1.1. Deus, o Todo-Poderoso (Gn 48.3)
1.2.Jacó abençoa os filhos de José (Gn 48.13)
1.3.A segurança de Jacó
2. A NOVA ESPIRITUALIDADE DE JACÓ
Seria muito natural que José colocasse a direita de seu pai o seu filho mais velho, Manassés, para que o abençoasse com a benção maior; e Efraim a sua esquerda para que recebesse a benção menor, pois era o filho mais novo. Mas, conscientemente, e por sua própria vontade, Jacó cruzou os braços para que Efraim fosse abençoado.

COMENTE
2.1. A atitude de Jacó
2.2. Adotando os filhos de José
2.3 A cegueira de Jacó

3. JACÓ CRUZA AS MÃOS
Então José tirou os dois do colo do seu pai, ajoelhou-se e encostou o rosto no chão. (Gn 48.12). Um lindo exemplo na Palavra de Deus de um filho que soube honrar o seu pai. De modo natural, José posicionou seus filhos diante de seu pai para que fosse abençoado por ele. José compreende que, apesar de todo o sucesso, que ele havia conseguido, ainda assim a autoridade paterna não podia ser questionada. Quantos hoje que, por conseguirem se destacar com determinado sucesso, já se acham tão importantes que não querem se submeter a autoridades instituídas por Deus. A capacidade ou talento não credenciam ninguém desonrar seu semelhante, ou desrespeitar a quem quer que seja. O exemplo de José nos inspira a ter uma vida de submissão inteligente e não de subserviência.

COMENTE
3.1. Os caminhos de Deus
3.2. Jacó abençoa os filhos de José
3.3. O Amor gratuito de Deus (Gn 48.19,20)

CONCLUSÃO
Jacó foi alvo da revelação de Deus e profetizou o futuro dos seus filhos. No fim de sua vida, pode-se perceber o quanto a jornada dele com Deus formou em Jacó uma pessoa melhor. Que o Senhor ajude a todos os crentes para que sejam transformados à medida que caminham com o Senhor.

Fontes:
Bíblia Sagrada – Concordância, Dicionário e Harpa - Editora Betel,
Revista: JACÓ – Editora Betel - 1º Trimestre 2012 – Lição 12.

sábado, 10 de março de 2012

Santa Ceia do Senhor: dia 11 de Março de 2012 Congregação Bom Jesus


EBD: Lição nº 11


LIÇÃO 11 – 11 DE MARÇO DE 2012
“JACÓ VAI AO EGITO SE ENCONTRAR COM JOSÉ”

TEXTO ÁUREO
“E disse Israel: Basta; ainda vive meu filho José; eu irei e o verei antes que morra”. Gn 45.28

VERDADE APLICADA
As pegadas na areia do tempo não são deixadas por pessoas sentadas, mas por homens e mulheres que se aventuram em cumprir a vontade de Deus.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Ensinar que Deus provê o necessário para cada situação;
Mostrar que sempre é necessário buscar a orientação divina; e
Demonstrar que quando estamos na vontade de Deus em qualquer lugar somos abençoados.

GLOSSÁRIO
Singelo: Que é muito simples, que é fácil, sem complexidade;
Mazela: Aflição, infortúnio, doença, moléstia, enfermidade; e
Ensejar: Dar ensejo a, ser motivo de; motivar; possibilitar.

LEITURAS COMPLEMENTARES
  • Segunda feira: Gn 47.28
  • Terça feira: At 7.17
  • Quarta feira: Gn 15.13
  • Quinta feira: Gl 3.17
  • Sexta feira: Mt 2.15
  • Sábado: Is 19.25

INTRODUÇÃO
Hoje o estudo da lição acompanha a trajetória de Jacó e sua família ao Egito. Narra a alegria do patriarca em reencontrar José - o filho que mais amava - e a providência de Deus na preservação da família da Aliança e a bela recepção de Faraó na sua chegada àquele lugar.

1. A MENSAGEM DE JOSÉ PARA JACÓ (GN 45.5-8)
Finalmente José e seus irmãos fizeram as pazes. Tudo havia acontecido conforme a vontade do Senhor (vs.5-8), para salvar a vida não somente da família de Jacó, bem como, a vida de muitas outras famílias. Chegara o momento de José poder rever seu pai Jacó e isso foi possível através de seus irmãos “Apressai-vos, e subi a meu pai, e dizei-lhe assim tem dito o teu filho José Deus me tem posto por senhor em toda a terra do Egito; desce a mim, e não te demores;” (Gn 45.9). José havia diligentemente esperado por esse momento. Deus tem tudo sob o seu controle, tivera-o na época de José e sempre o terá (Sl 40.1).

COMENTE
1.1.Enviando seus irmãos (Gn 45.9)
1.2. Provendo o sustento para o caminho (Gn 45.20,21)
1.3.O conselho de José (Gn 45.24)
2. A DECISÃO DE JACÓ (GN 45.25-28)
 Os filhos de Jacó saíram do Egito e quando chegaram a Canaã foram direto à casa de seu pai. Então foram logo dizendo que José estava vivo e governava todo o Egito. Jacó quase desmaiou e não podia acreditar. Porém, quando lhe contaram tudo que José tinha dito, e viu toda a bagagem que José tinha enviado, Jacó ficou muito animado. E antes que morresse decidiu ir ver  José.

COMENTE
2.1. O reavivamento  de Jacó
2.2. A decisão de Jacó
2.3.A oferta de Jacó (Gn 46.1-5)

3. JACÓ DESCE AO EGITO
Deus movimenta nações em favor do seu povo. José fora autorizado pelo próprio Faraó para que trouxesse Jacó e sua família para o Egito (Gn 45.17-20), e deveria trazer para o Egito tudo o que possuíssem e se instalarem na fértil terra de Gósen. Jacó chegou ao Egito, viu José e se estabeleceu ali. O encontro de Jacó com José foi cheio de emoção e ele se expressou dizendo “E Israel disse a José morra eu agora, pois já tenho visto o teu rosto, que ainda vives” (Gn 46.30). Antes ele dissera “com choro hei de descer ao meu filho até à sepultura. Assim o chorou seu pai” (Gn 37.35). Deus mudara a sorte de Jacó.

COMENTE
3.1. Deus fala com Jacó
3.2. Deus promete estar com Jacó no Egito (Gn 46.34)
3.3. Deus faz mais uma promessa a Jacó (Gn 46.4)

CONCLUSÃO
Os Israelitas ficaram morando na terra de Gósen (Gn 46.28,29; 47.1,4,6,11). Além de ser uma região muito fértil, tiveram a segurança de viverem fora do alcance dos egípcios (Gn 46.34). Deus cumpriu a Sua Palavra aos da família da Aliança.

Fontes:
Bíblia Sagrada – Concordância, Dicionário e Harpa - Editora Betel,
Revista: JACÓ – Editora Betel - 1º Trimestre 2012 – Lição 11.

Você é nosso convidado especial!


sábado, 3 de março de 2012

EBD: Lição nº 10



LIÇÃO 10 – 04 DE MARÇO DE 2012
“JACÓ SOFRE PERDAS IMPREVISÍVEIS NA FAMÍLIA”

TEXTO ÁUREO
“E enviaram a túnica de várias cores, mandando levá-la a seu pai, e disseram Temos achado esta túnica; conhece agora se esta será ou não a túnica de teu filho”. Gn 37.32

VERDADE APLICADA
Para compreendermos o valor da âncora, é preciso enfrentar uma tempestade.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Mostrar que Deus não se esquece das suas promessas;
Demonstrar que a confiança em Deus nos faz avançar nos momentos de adversidades; e
Ensinar que a colheita é o resultado do que plantamos.

GLOSSÁRIO
Irrefutável: Que não se pode refutar (argumento irrefutável); incontestável;
Sabra: Diz-se de pessoa nascida no Estado de Israel; e
Operação cesariana: Cirurgia que consiste em abrir o útero da mãe para retirar o feto.

LEITURAS COMPLEMENTARES
  • Segunda feira: Gn 35.17-21
  • Terça feira: Gn 35.27-29
  • Quarta feira: Rm 4.13
  • Quinta feira:  1Jo 2.25
  • Sexta feira: Gn 37.11
  • Sábado:  1Co 15.54-56

INTRODUÇÃO
Jacó sobe a Betel em obediência à Palavra de Deus, levanta um altar, promove purificação no meio do seu acampamento; levanta uma coluna em testemunho fazendo libação sobre ela e depois de toda a comunhão e adoração a Deus Jacó será imerso em experiências de dores com perdas irreparáveis na família.

1. RENOVANDO A PROMESSA
Deus apareceu a Jacó e renovou a promessa que fizera a Abraão, Isaque e a ele quando,  pela primeira vez, estivera em Betel. Deus conheceu a fragilidade do homem e para que este não desvanecesse de tempo em tempo lhe faz lembrar o que prometeu. Com isso Deus esperou que a humanidade fosse  agradecida e que tivesse sempre motivação para continuar fazendo a sua vontade, buscando parecer cada vez mais com Ele, e servindo ao próximo e a Ele de todo o coração “E apareceu Deus outra vez a Jacó, vindo de Padã-Arã, e abençoou-o” (Gn 35.9). Não existem barreiras entre Deus e Jacó e, por isso, ele pôde ser abençoado por Deus.




COMENTE
1.1.Promessa de crescimento
1.2.Promessa da posse da terra
1.3.A morte de Raquel

2. EXPERIÊNCIAS HUMANAS: NASCER E MORRER
Isaque viveu até aos cento e oitenta anos. Viveu por cerca de quarenta anos depois de haver abençoado Jacó e Esaú. A morte passou a todos os homens, como um acidente, pois Deus não criou o homem para que morresse (Rm 5.12). O homem não pode remover este obstáculo, e Jesus veio nos trazer essa libertação.

COMENTE
2.1 A morte de Isaque (Gn 35.27-29)
2.2. O nascimento de Benjamim (Gn 35.16-21)

3. O FAVORITISMO DE JACÓ POR JOSÉ (GN 37.1-36)
O mesmo tipo de favoritismo que Jacó vira sua mãe ter por ele e Isaque ter por Esaú, ele estava tendo por José. Como já foi dito em outra lição o favoritismo dos pais sempre cria males no meio da família. Quando José foi levado para o Egito, o favoritismo de Jacó fora transferido para Benjamim. Ambos foram favorecidos por Jacó por serem filhos de Raquel a quem ele amava.

COMENTE
3.1. José filho da esposa amada
3.2. José, o filho predileto
3.3. José o filho da velhice

CONCLUSÃO
Depois que Jacó passou a ser modelado por Deus, através de seus sofrimentos, e reconheceu a sua própria fraqueza, é que, gradativamente, ele foi transformado. Tudo o que Deus fez na intrigante história de Jacó é para se aproximar mais e mais dele. E mostrar ao neto de Abraão que sua história terá um final melhor.
Fontes:
Bíblia Sagrada – Concordância, Dicionário e Harpa - Editora Betel,
Revista: JACÓ – Editora Betel - 1º Trimestre 2012 – Lição 10.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

EBD: Lição nº 9


LIÇÃO 9 – 26 DE FEVEREIRO DE 2012
“JACÓ SOBE A BETEL E EDIFICA UM ALTAR A DEUS”

TEXTO ÁUREO
“E edificou ali um altar, e chamou aquele lugar El-Betel; porquanto Deus ali se lhe tinha manifestado, quando fugia da face de seu irmão”. Gn 35.7

VERDADE APLICADA
Não haverá nenhuma virtude em nosso despertamento se ele não nos levar a obedecer a Deus.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Ensinar o poder da Palavra de Deus;
Mostrar que Deus sempre alcança seu objetivo; e
Acrescentar o desejo da busca do avivamento.

GLOSSÁRIO
Hodierno: Nos dias atuais, hoje em dia;
Impessoal: Que não se refere ou não é dirigido a alguém em especial; e
Libação: Derramamento de um líquido como oferenda a uma divindade.

LEITURAS COMPLEMENTARES
  • Segunda feira: Gn 12.8
  • Terça feira: Gn 28.19
  • Quarta feira: Js 7.2
  • Quinta feira:  2Re 2.2,3
  • Sexta feira: Am 7.13
  • Sábado:  At. 1-4

INTRODUÇÃO
A lição deste Domingo ensinará como a voz de Deus poderá provocar mudanças significativas na conduta do seu povo. Jacó e sua família são ordenados pelo Senhor a um realimento na sua jornada espiritual. Após assumir uma postura de obediência, a família da promessa volta mais uma vez a estar no centro da vontade de Deus.

1. DEUS FALA COM JACÓ (GN 35.1-15)
Deus disse a Jacó para que ele se aprontasse e fosse para a cidade de Betel e construísse um altar e dedicasse a Ele, lembrando o episódio em que o Senhor apareceu a ele em Betel quando estava fugindo de Esaú. Jacó então reuniu sua família e todos os que estavam com ele e pediu para que se apartassem de toda a idolatria e purificassem as suas vestes. É interessante que todo verdadeiro despertamento começa quando Deus fala conosco  (Pv 29.18).

COMENTE
1.1. Despertamento de Jacó
1.2. A obediência à voz de Deus (Gn 35.4-8)
1.3. O despertamento na família

2. TIRANDO OS DEUSES ESTRANHOS (GN 35.4)
Antes de ir embora, Jacó volta a entender a construção de sua história com Deus e manda que todos os ídolos sejam retirados do meio de sua Família. Não que necessariamente houvesse idolatria declarada, mas era comum a algumas famílias terem em suas casas objetos que eram mais superstição do que idolatria. Ele manda que se livrem inclusive dos brincos que usavam em suas orelhas. Eram mais que joias ou enfeites, os brincos eram vistos como amuletos de proteção e eram usados também no culto a deuses estrangeiros (Ex 32.2,3).

COMENTE
2.1. Lançando fora os deuses estranhos
2.2. Purificação
2.3. Mudando as vestes

3. A TERCEIRA COLUNA LEVANTADA POR JACÓ
Na sua chegada a cidade de Betel a imagem, que se desenha, é de um despertamento coletivo na família de Jacó. O texto diz que assim que Jacó e toda a sua família chegaram à cidade de Luz, que passaria a ser chamada de Betel, ali ele construiu um altar em adoração ao Senhor (Gn 35.6,7). Uma nova etapa sendo construída na família da Aliança.

COMENTE
3.1. Uma coluna de pedras
3.2. Uma libação de azeite
3.3. O testemunho do avivamento

CONCLUSÃO
Urge em nossos dias a necessidade de um despertamento no seio da Igreja. A Palavra de Deus precisa ser pregada sistematicamente através de nossos meios de comunicação, para que o povo de Deus experimente, a cada dia, a sua vontade na sua peregrinação rumo ao céu.

Fontes:
Bíblia Sagrada – Concordância, Dicionário e Harpa - Editora Betel,
Revista: JACÓ – Editora Betel - 1º Trimestre 2012 – Lição 09.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

EBD: Lição nº 8



LIÇÃO 8 – 19 DE FEVEREIRO DE 2012
“JACÓ EM SIQUÉM”

TEXTO ÁUREO
“E vieram os filhos de Jacó do campo, ouvindo isso, e entristeceram-se os homens, e iraram-se muito, porquanto Siquém cometera uma insensatez em Israel, deitando-se com a filha de Jacó; o que não se devia fazer assim”. Gn 34.7

VERDADE APLICADA
Diante do perigo, o que nos leva a vencer o medo e a ansiedade e permanecer firme, é a confiança nas promessas de Deus.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Ensinar que quando confiamos em Deus não precisamos temer ao homem;
Lembrar que temos que cumprir os votos que fazemos a Deus; e
Mostrar o perigo das amizades com os ímpios.

GLOSSÁRIO
Aplacar: Fazer diminuir a força, o ímpeto de; tornar mais brando, plácido; acalmar; serenar;
Constituir: Dar existência a; criar, formar, organizar; e
Dispensação: Período de tempo os quais Deus trata com o homem, em relação a revelação a este concedida.

LEITURAS COMPLEMENTARES
  • Segunda feira: Gn 33.1-4
  • Terça feira: Gn 33.5-7
  • Quarta feira: Lc 9.57-62
  • Quinta feira:  Ec 5.1-4
  • Sexta feira: Dt 22.28,29
  • Sábado:  2Co 6.14-16

INTRODUÇÃO
Essa lição vai mostrar que todas as aparições de Deus não foram suficientes para dar segurança e produzir transformação total na vida de Jacó. Muitos crentes acham que experiências específicas com Deus são suficientes para promover mudanças radicais. É preciso lembrar que a vida com Deus é resultado de uma jornada e não de eventos isolados como no caso de Jacó.

1. O REENCONTRO COM ESAÚ (GN 33.1-20)
O reencontro é uma experiência clássica de reconciliação. Quando Jacó viu que Esaú estava chegando com os seus quatrocentos homens, dividiu os seus filhos em grupos, que ficaram com suas respectivas esposas Léia e Raquel, bem como suas criadas. Jacó separou estrategicamente sua família e suas posses no intuito de estabelecer, antes do encontro, um ambiente de paz; pois sabia da animosidade que havia na família.



1.1. O presente de Jacó a Esaú
1.2. Apresentando sua família
1.3. A reconciliação

2. A VIDA DE JACÓ EM SIQUÉM
Deus queria que Jacó voltasse para a terra de seu pai, mas ele permaneceu em Siquém que era uma parada no caminho de Canaã. Primeiro ele construiu uma casa em Sucote, e por fim comprou uma parte do campo e armou a sua tenda. Ele não havia chegado a Betel nem a Hebrom; estava apenas em Siquém e habitava ali, e não apenas habitava, mas comprara uma terra, e isso demonstrou que Jacó não aprendera adequadamente a lição. A diferença da família dos patriarcas com os demais povos da época era a relação que estes tinham com Deus, pois eles eram monoteístas e desfrutavam das revelações e promessas de Deus, e, hoje, é essa a diferença da Igreja para com o mundo e suas religiões. A Igreja por servir ao Deus Vivo tem um padrão moral que o mundo não conhece e nem compreende (Mt 16.18; 1 Co 1.2; Ef 5.27; Ap 3.20).

COMENTE
2.1. O altar levantado em Siquém
2.2. O altar lugar de adoração
2.3. O altar é para adoração ao senhor

3. PRESERVANDO A IDENTIDADE
Um dos grandes perigos que o povo de Deus enfrentou e ainda enfrentará enquanto estiver aqui na terra, é a mistura com povos que não temem ao Senhor. Isso aconteceu no tempo de Noé (Gn 6.2), Jacó estava diante de uma situação semelhante (Gn 34.9) e o apóstolo Paulo recomenda às Igrejas que isso deve ser evitado, pois este tipo de união desagrada a Deus (2Co 6.14-17).

COMENTE
3.1. O passeio de Diná
3.2. A vingança de Simeão e Levi
3.3. Preservando a linhagem

CONCLUSÃO
Jacó foi desonrado em Siquém e dois dos seus filhos tramaram e mataram Siquém e todos os homens da cidade. Jacó ficou em dificuldade, e foi então que Deus o chamou para Betel. As circuntâncias podem ser usadas por Deus para nos ensinar e fazer cumprir o seus propósito.

Fontes:
Bíblia Sagrada – Concordância, Dicionário e Harpa - Editora Betel,
Revista: JACÓ – Editora Betel - 1º Trimestre 2012 – Lição 08.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

EBD: Lição nº 7




LIÇÃO 7 – 12 DE FEVEREIRO DE 2012
“JACÓ NO VAU DE JABOQUE”

TEXTO ÁUREO
“Jacó, porém, ficou só; e lutou com ele um homem, até que a alva subiu”. Gn 32.24

VERDADE APLICADA
Buscar em Deus a mudança radical de nossa vida, é a decisão mais sábia que devemos tomar.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Ensinar que os planos dos homens sem Deus nada valem;
Mostrar que Deus quer nos ensinar a depender dele; e
Demonstrar o valor que é ser tocado pelo Senhor.

GLOSSÁRIO
Incompatível: Que não pode coexistir; estar em harmonia com outra coisa, com algo ou alguém;
Virtualmente: Provavelmente, possivelmente; e
Ambivalente: Simultaneidade de sentimentos opostos em relação a um mesmo objeto ou pessoa.

LEITURAS COMPLEMENTARES
  • Segunda feira: Gn 32.1,2
  • Terça feira: Os 12.2-4
  • Quarta feira: Gn 32.3-8
  • Quinta feira:  Gn 33.9-13
  • Sexta feira: Gn 33.14-21
  • Sábado:  Gn 33.22-24

INTRODUÇÃO
Jacó fez planos para encontrar seu irmão Esaú, mas estava com tanto medo, que montou táticas especiais para ir ao encontro dele dividiu sua gente, bem como os animais em grupos estratégicos. Pensando evidentemente se um grupo fosse atacado o outro poderia escapar. E, para impressionar ainda mais seu irmão, preparou um grande número de animais para dar de presente a ele.

1. O EXÉRCITO DE DEUS (GN 32.1)
Quando voltava para sua terra natal, Jacó teria que atravessar o território de Esaú, e não pensava que poderia evitar esse encontro. Precisava tomar a rota comum, e não desviaria o caminho para o deserto. Jacó elaborou planos de acordo com os seus limites, e confiou que sairia como planejado. Continuava a confiar na sua astúcia e traçou inteligentemente um plano para agradar a seu irmão. Ele queria ficar livre de qualquer surpresa desagradável e para não fugir à sua marca, ficou para trás caso algo desse errado.

COMENTE
1.1.Anjos de Deus vêm ao encontro de Jacó (Gn 32.1)
1.2.Jacó chama o local de Maanaim (Gn 31.2)
1.3. Jacó põe em prática o seu plano (Gn 31.2-21)

2. DEUS LUTA COM JACÓ (GN 32.22-32)
Após ter enviado, na frente, presentes ao seu irmão Esaú, o velho Jacó teve a oportunidade de isolamento. Ele ficou na solidão da noite, e misteriosamente começou a lutar com um homem desconhecido nas margens do rio Jaboque. A luta durou a noite inteira e marcou,  mais uma vez, a história de vida do patriarca.

COMENTE
2.1. Um homem lutou com ele (Gn 32.22-26)
2.2. A luta durou toda a noite (Gn 32.26-28)
2.3. Jacó ferido (Gn 32.25)

3. DEUS MUDA O NOME DE JACÓ (GN 32.27-30)
Jacó passou a ser chamado de Israel que significa “o que luta com Deus”. O fraco Jacó torna-se o poderoso Israel, pois o seu nome também pode ser traduzido como “aquele que luta com Deus e prevalece”. Até aquele momento, ele era Jacó o agarrador de calcanhar, e podia ter até alguma espiritualidade, mas era apenas Jacó, mas Deus veio para torná-lo Israel, o que tem as promessas eternas de Deus.

COMENTE
3.1. Deus mudou Jacó
3.2. Israel, nome dado por Deus (Gn 32.28)
3.3 O significado de Peniel (Gn 32.30)

CONCLUSÃO
Não há nada mais inteiro que um coração partido. E essa história de Jacó nos mostra o quanto ele foi quebrantado com momentos de muitas tribulações, até começar a ser transformado por Deus em uma noite escura de sua alma e Ele continuou mudando Jacó. Deus quer, também, mudar sua vida!

Fontes:
Bíblia Sagrada – Concordância, Dicionário e Harpa - Editora Betel,
Revista: JACÓ – Editora Betel - 1º Trimestre 2012 – Lição 07.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Importante!


O fato mais importante da semana passada se deu na sexta-feira, em Porto Alegre. Seu protagonista é Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência e olhos, ouvidos e mão — pesada! — de Luiz Inácio Lula da Silva no governo. Carvalho é o homem que guarda os arcanos petistas, os seus segredos, os seus porões. Depois do Babalorixá de Banânia, é quem mais conhece o partido. Transita em todas as esferas, especialmente no mundo sindical — e o sindicalismo nunca foi para pessoas de estômago fraco. O de Carvalho é de avestruz. Não por acaso, ele foi o principal articulador do PT nos eventos pós-morte de Celso Daniel. Foi quem organizou a reação do partido e determinou o papel que cada um deveria desempenhar. Tinha sido braço-direito do prefeito. Segundo irmãos de Celso, confessou-lhes que levava malas de dinheiro do esquema de corrupção de Santo André para o PT — no caso, para José Dirceu. Ambos negam, é evidente. Mas volto.
O evento mais importante foi a palestra de Carvalho a militantes de esquerda no Fórum Social de Porto Alegre. É aquele evento que contou, na sua fase palaciana, com a presença do terrorista e assassino Cesare Battisti, a quem os petistas deram guarida. Para Carvalho, no entanto, “terrorista” é a polícia de São Paulo… Esse foi o trecho politicamente mais delinqüente de sua fala, mas não foi o principal.
Depois de confessar que o governo quer criar uma mídia estatal para a chamada “classe C” — que, segundo Carvalho, não poderia ficar à mercê da mídia conservadora —, ele avançou: é preciso fazer uma disputa ideológica com os líderes evangélicos pelos setores emergentes!
Uau! Não pensem que isso é feito assim, na louca, sem teoria — nem que seja uma teoria aprendida, não exatamente lida. Esse pensamento de Carvalho tem história.
Os petistas, embora não o digam em público, consideram que a oposição está liquidada. Conversei dia desses com um intelectual petista que se mostrava, até ele, escandalizado com a incapacidade da oposição de articular o discurso conservador para se opor ao suposto “progressismo” do PT. Ele também estranhava o que vivo estranhando aqui: será o Brasil a única democracia do mundo com medo dos eleitores que estão mais à direita no espectro político? Pelo visto, sim! Lá na suas tertúlias, os petistas chegam a zombar dessa covardia.
Notem, a propósito, que os únicos momentos em que demonstram realmente alguma aflição e põem as suas hordas na rua é quando temem que a população adira ao discurso da ordem: então mobilizam seus bate-paus para confrontos com a polícia. Assim, podem sair gritando: “Fascistas!” Se e quando a oposição souber falar essa linguagem de modo eficiente e moderno, o PT pode ter problemas. Mas a aposta dos companheiros é que isso não vai acontecer. Tucanos, por exemplo, são reféns de sua “ilustração”.
A outra força
A força que o partido teme é justamente a religiosa. E, no caso, não é a Igreja Católica que os preocupa. Embora tenha cooptado o PRB — o partido da Igreja Universal do Reino de Deus, do auto-intitulado “bispo” Edir Macedo, dono da Record —, o PT sabe tratar-se de uma vistosa, mas pequena parte dos evangélicos. Seguindo os passos da teoria gramsciana, o “partido” tem de se consolidar como um “imperativo categórico”, de modo que toda ação concorra para fortalecê-lo. Mesmo os movimentos de crítica e reação hão de estar subordinados a este ente. Haver organismos, entidades, grupos ou religiões que cultivem valores fora do abrigo do partido é inaceitável.
Os “pensadores” do PT querem começar a criar as condições para limitar ou anular a influência das igrejas evangélicas especialmente nas questões relativas a costumes. O projeto petista se consolida é com a completa laicização da sociedade, sem espaço para a moral privada ou de grupo. Teses como descriminação do aborto, legalização das drogas, união civil de homossexuais, proselitismo sexual nas escolas (nego-me a chamar de “educação” o tal kit gay, por exemplo) tendem a encontrar resistência. E as vozes que lideram essa resistência costumam ser justamente as dos evangélicos. Setores da Igreja Católica também reagem, sim, mas sabemos que a Santa Madre está infestada de esquerdistas de batina (ou melhor: sem batina!).
Ora, conjuguemos as duas propostas de Carvalho, feitas no Fórum Social: ele quer o estado produzindo “informação” para a classe C justamente para disputar almas com os evangélicos. O PT chegou à fase em que acredita que pode também ser “igreja” — e seu “deus”, como se sabe, é o Apedeuta… Os petistas ainda não engoliram o recuo que tiveram de fazer em 2010, no debate sobre o aborto, por causa da pressão dos cristãos.
Os cristãos evangélicos entraram no alvo de médio prazo do PT. Cuidem-se ou serão também engolidos.
Por Reinaldo Azevedo

Noivado da Francini e do Éderson: Deus abençoe os noivinhos!!!!!!!






domingo, 29 de janeiro de 2012

EBD: Lição nº 6


LIÇÃO 6 – 05 DE FEVEREIRO DE 2012
“JACÓ RETORNA À SUA TERRA”

TEXTO ÁUREO
“Então tomou Jacó uma pedra, e erigiu-a por coluna”. Gn 31.45

VERDADE APLICADA
A vontade de Deus é perfeita, boa e agradável.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Demonstrar que Deus é soberano em seus atos;
Ensinar que Deus protege os seus em todas as situações;
Mostrar o testemunho de Jacó.

GLOSSÁRIO
Beneplácito: Aprovação de um ato, de um pacto; concordância com eles, ou seu consentimento;
Drástico: Que produz amargura, aflição, danoso, nocivo, prejudicial, desastroso, ruinoso; e
Irrisório: Que é insignificante; que não se precisa levar em consideração (quantia irrisória).

LEITURAS COMPLEMENTARES
  • Segunda feira: Gn 31.1-5
  • Terça feira: Gn 31.6-11
  • Quarta feira:  Gn 31.12-16
  • Quinta feira:  Gn 31.17-22
  • Sexta feira: Gn 31.23-33
  • Sábado:  Gn 31.44-55

INTRODUÇÃO
Os planos de Deus na vida de Jacó vão obedecendo à linha do tempo. Por vezes há impressão de que Jeová não está na condução da história, mas à medida que a narrativa bíblica se desenvolve, percebe-se que Deus nunca foi pego de surpresa.

1. O SENHOR MANDA JACÓ RETORNAR (GN 31.1-16)
Jacó ficou sabendo que os filhos de Labão andavam dizendo que os bens que ele possuía eram de seu pai. E também notou que Labão, seu tio, já não se mostrava tão amigo como antes. Neste tempo, Deus disse a ele para que voltasse para a terra de seus pais dando-lhe garantia de segurança.

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1.1. Jacó e os problemas na família (Gn 31.1,2)
1.2. Jacó retorna pela vontade de Deus e da sua família (Gn 31.4-16)
1.3. Raquel rouba os ídolos de seu pai (Gn 31.19)

2. O ENCONTRO DE LABÃO E JACÓ (GN 31. 22-42)
Três dias depois, a Bíblia diz que Labão soube que Jacó havia fugido com sua família      (Gn 31.22), e imediatamente juntou os seus parentes e foi à sua procura; ele e seu bando encontrou Jacó na região montanhosa de Gileade.
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2.1. O sonho de Labão (Gn 31.24)
2.2. As palavras de Labão (Gn 31.26-28)
2.3. A resposta de Jacó (Gn 31.31)

3. A COLUNA LEVANTADA EM GILEADE (GN 31.43-55)
Jacó e Labão fazem um trato; nenhum dos dois invadiria a terra um do outro. Também querem que Deus fique vigiando para que os dois cumprem fielmente o acordo feito; daí o nome Mista – no hebraico quer dizer “lugar de onde se vigia”.

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3.1. O testemunho do limite (Gn 31.44-46)
3.2 O testemunho do livramento (Gn 31.24)
3.3. O sacrifício oferecido a Deus

CONCLUSÃO
A aliança permitiu um final feliz dos vintes anos que Jacó serviu Labão. A aliança foi proposta por Labão e foi uma lição que Deus deu a Jacó em prol da fé contra o medo “porque temia” (Gn 31.31). Deus fez uma aliança conosco em seu Filho para que todo o medo seja banido. Que o Senhor nos ajude a acreditar em sua Aliança (Gl 4.4).
Fontes:
Bíblia Sagrada – Concordância, Dicionário e Harpa - Editora Betel,
Revista: JACÓ – Editora Betel - 1º Trimestre 2012 – Lição 06.